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103ª edição

Novo PPT é com - bullets e + imagens

 

Na comunicação 4.0 não há mais lugar para o velho PPT, aquelas apresentações com slides cheios de texto e bullets, que viraram piada em reuniões de trabalho. “Senta que lá vem PPT”, era a senha anunciando momentos de tédio. Agora a sentença de morte para apresentações à moda antiga vem do CEO do Google, Sundar Pichar. A companhia está repensando todos seus produtos e migrando do mundo do “mobile first” para a era da Inteligência Artificial (I.A.-first).

Empregados do Google estão sendo treinados para mostrar apresentações leves, com pouco texto e com mais visual. Como já está demonstrado que histórias são melhor contadas com imagens, PPTs pesados serão evitados na empresa. Pesquisadores concluíram que, em média, um slide tem cerca de 40 palavras. Nas apresentações feitas pelo CEO do Google só se chega a esse número com 12 slides. São basicamente fotos e animações. Mesmo quando um texto é mostrado, o que se vê são poucas palavras para descrever a imagem.

A tendência do Google vem confirmar a máxima de que em comunicação “menos é mais”.

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Qual o limite para agentes de Estado falar em público?

A questão da liberdade de expressão de autoridades públicas costuma render muito debate e polêmicas, em especial no meio jurídico. O tema foi abordado por Conrado Hubner Mendes em coluna no Estadão, sob o título: “Pode o juiz falar?”

Sustenta o autor que “ao escolherem a carreira, submetem-se a uma disciplina que não é só intelectual, mas também institucional; a uma ética que não é só a geral, aplicada a qualquer cidadão, mas a uma ética particular à função”.

A discussão é cada vez mais relevante na medida em que hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa pode ser um canal produtor de conteúdo e ter poder de influência. O limite da liberdade de agentes do Estado tem sido alvo de procedimentos disciplinares instaurados em órgãos de controle externo como o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

Uma das regras fundamentais em Media Training é que porta-vozes institucionais não têm CPF, mas CNPJ. E seus posicionamentos impactam na reputação das marcas e das empresas públicas e privadas.

O tema ainda precisará de muito debate e reflexão para uma evolução rumo a uma sociedade plural e com convivência harmônica de seus múltiplos atores. Enquanto isso não ocorrer, vamos continuar a presenciar perdas e danos de reputação em muitas instituições.

Este tema foi tratado em “Ações da Tesla despencam com erros de comunicação do CEO” e em “Juízes batem boca no WhatsApp e conversa vaza”.
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Marcas usam influenciadores artificiais em seus projetos

Parece filme de ficção científica, mas influenciadores artificiais são a nova aposta de marcas como Dior, Prada, Diesel e Supreme.

Algumas dessas personas criadas digitalmente têm contratos tão caros quanto o de celebridades do mundo real. É o caso da modelo Shudu Gram, criada pelo fotógrafo britânico Cameron-James Wilson, que modela para a marca de cosméticos da cantora Rihanna. A influenciadora artificial tem 140 mil seguidores no Instagram e já está com propostas de outras empresas que a querem como garota propaganda.

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