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14ª Edição

Semana 14 – 21 de outubro de 2016

Impeachment: comportamento indevido em rede social põe testemunha em suspeição

Responsável pelas representações que levaram o TCU a condenar as “pedaladas fiscais”, o procurador Júlio Marcelo de Oliveira era uma das testemunhas arroladas pela acusação no processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, no Senado. Ao confirmar, durante a sessão, ter compartilhado em redes sociais convocação para uma manifestação para um ato pela rejeição das contas de Dilma, seu depoimento ocorreu na condição de “informante”, por determinação do presidente do STF e do processo do impeachment, Ricardo Lewandowski.

Questionado por Lewandowski, o procurador confirmou ter divulgado em sua rede social comentário sobre uma convocação, por ter julgado “pertinente”. O fato foi o argumento usado pela defesa de Dilma para pedir a suspeição da testemunha.

O procurador não seguiu uma das regras básicas de etiqueta nas redes sociais. Agentes públicos devem evitar emitir opiniões e manifestar posições políticas em seus perfis nas redes. “Como membro do Ministério Público do Tribunal de Contas, sua senhoria não estava autorizada a fazê-lo e, portanto, incide na hipótese de suspeição”, decidiu Lewandowski, em sessão tensa e com muito bate-boca entre parlamentares favoráveis e contrários ao impeachment de Dilma Rousseff. A decisão levou parlamentares da base aliada a vasculhar nas redes sociais de testemunhas arroladas pela defesa da presidente afastada, na busca de declarações e manifestações que pudessem levar a outros pedidos de suspeição.

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Premiê japonês se veste de Mario para atrair a atenção às olimpíadas de Tóquio

Foi uma ousadia e tanto o primeiro ministro do Japão aparecer vestido do personagem Super Mario no Maracanã e emprestar sua imagem para despertar a atenção para as olimpíadas de 2010, que se realizarão em Tóquio.

O episódio mostra que bons gestores públicos, que possuem ativo de imagem e boa reputação, podem ser garotos de propaganda de seus países e projetos. Isso está alinhado ao conceito de “soft power” (poder brando), criado pelo analista internacional Joseph Nye Jr, que propõe o exercício do poder pela persuasão e atração, em lugar do uso da força. A campanha “Great” do Reino Unido é um exemplo de sucesso.

Enquanto isso no Brasil, gestores públicos fogem de exposições em eventos externos por receios de vaias.

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Crise de Ryan Lochte: atleta perde tudo, até patrocinadores

Após protagonizar o escândalo de ter reportado um falso assalto durante as Olimpíadas, a carreira do atleta norte-americano está despencando. O atleta acaba de perder seus quatro patrocinadores e vai enfrentar um enorme baque nas finanças.

São desdobramentos de uma crise provocada e mal gerenciada, em que houve falta de autocrítica, mudança de versões e falta de verdade. Além da série de erros cometidos, Lochte se excedeu nas contradições: depois de ter dito que foi tratado com “muita cordialidade” pelos policiais, ainda reclamou que estava sendo tratado como suspeito, “quando é vítima”.

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 Pesquisa mostra que TV e Internet são as mídias com maior influência na opinião pública

Pesquisa realizada pela Ipsos mostra que 77% (TV) e 76% (internet) das menções confirmam que os dois meios têm peso quase igual quando se trata de influenciar a opinião pública. Na sequência, aparece o jornal (66%) e o rádio (61%). Revista vem como a última opção, com 48%.

A sondagem mostrou ainda que a TV perde para a internet nas classes mais jovens (18 a 24 anos), e que as classes mais altas acreditam que os meios impressos têm maior penetração na sociedade. Para o diretor Diego Pagura, da Ipsos Connect, “no Brasil, estamos começando a vivenciar uma nova era da influência, principalmente com os Millennials e Geração Z”.

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Treinar é o caminho para o sucesso 

Todos que assistiram às demonstrações de superação de limites dos super atletas olímpicos na Rio 2016, ficaram se perguntando de onde vem tanta energia e enorme talento esportivo. A resposta é só uma: treinamento. Muita dedicação aliada a treinos exaustivos. A fórmula é  99% de treino e 1% de disputa em evento para testar tanta força de vontade e determinação para chegar lá.

Essa é também a receita para gestores e executivos que almejam uma boa performance na comunicação: treinar, treinar e continuar treinando até conseguir divulgar a mensagem correta que contribuirá para defender a imagem das instituições e conquistar lugares mais alto no pódio das provas de governança em comunicação.

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