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21ª Edição

Bia Doria dá entrevista e recebe muitas críticas e memes 

A futura primeira-dama de São Paulo, a artista plástica Bia Doria, não só viralizou como rendeu muitos memes nas redes sociais. Ela diz se sentir uma pessoa “do povo”, ao mesmo tempo em que mostra não conhecer a capital que será administrada pelo seu marido. “O Minhocão hoje para que serve? Quase nunca fui lá. É tipo um viaduto, né?”, pergunta, enquanto elogia os parques “lindos” de Sydney e as ciclovias de Cingapura.

Causaram também muita repercussão comentários como este:  “No Morumbi tem aquela favela, né? Paraisópolis. Ali é a Etiópia, mas eles respiram o mesmo ar, sentem o mesmo frio que a gente. Essa desigualdade tem que diminuir. Não adianta ter uma funcionária que chega no ateliê e tem problemas de nutrição.”

Logo após a publicação, os próprios aliados do novo prefeito sugeriram que sua mulher deveria fazer, e logo, um treinamento para lidar com a imprensa, um media training. As declarações da futura primeira-dama causaram constrangimento na própria equipe de João Doria, que foi aconselhado também a reduzir o número de declarações públicas. Após a eleição o tucano tem falado praticamente todos os dias.

Um dos ensinamentos fundamentais no media training é que nenhum porta-voz deve falar à imprensa de improviso. O preparo prévio é importante para o alinhamento estratégico das mensagens. No caso de Bia Doria, as ironias foram ácidas, como a brincadeira feita num blog de que após a entrevista ela será secretária do Mal Estar Social.

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As pessoas esperam que as notícias venham até elas, diz editor do Washington Post 

Um dos nomes mais respeitados do jornalismo profissional hoje, editor do Washington Post, o jornalista Martin Baron tem muito a dizer sobre os caminhos que a grande mídia pode trilhar para se adaptar aos novos tempos. Em entrevista publicada na Folha de S.Paulo, ele sintetiza o atual contexto da comunicação na era das redes digitais: “As pessoas esperam que as notícias venham até elas, e preferencialmente por meio das redes sociais”.

No jornal Washington Post, o editor comanda a adaptação de um dos veículos-ícone de mídia impressa convencional às novas tecnologias digitais. Os chamados jornalões precisam enfrentar a queda da arrecadação publicitária, a competição com novos meios digitais e o impacto das redes sociais.

Para o editor, o grande desafio do jornalismo hoje é encontrar o seu papel no cenário polarizado das redes sociais, especialmente da imprensa independente, que não está aliada nem com a esquerda, nem com a direita, nem com nenhum partido. Para ele, a saída para a imprensa independente é rigor na apuração e buscar a verdade.

“Temos de desenterrar e encontrar as evidências, sermos justos na apuração e fiéis à verdade que revelarmos. Mas, ao final, temos de chegar a uma conclusão, e essa conclusão, nesses tempos, parece-me que tem de ser apresentada de forma mais explícita. Os jornais precisam ter uma posição editorial mais clara com relação a cada cobertura que fazem”, defende.

Baron ficou conhecido do grande público ao ter sua passagem pelo “Boston Globe” retratada no filme “Spotlight”, quando sua equipe de repórteres especiais revelou um escândalo nacional que envolvia a Igreja Católica com pedofilia.

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Vem aí o Workplace, o novo serviço corporativo do Facebook 

O Facebook estará ainda mais presente no dia a dia das pessoas, mas agora com foco profissional. Seu novo serviço “Workplace” vem para revolucionar a comunicação interna das instituições. Com uma plataforma parecida com a já conhecida rede social, os profissionais de uma única empresa poderão discutir assuntos corporativos, fazer brainstorms e acompanhar apresentações ao vivo. Como vida profissional e pessoal não devem se misturar, as organizações ficam como responsáveis por tornar disponível o acesso ao aplicativo, não sendo necessário ter uma conta no Facebook.

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Snapchat chega ao mercado publicitário brasileiro

No dia 20, o Snapchat anuncia sua chegada ao mercado publicitário brasileiro.  Além de ser a rede social que mais cresce no mundo, é também a preferida dos mais jovens.  A rede da nova geração vem ganhando crescente importância para as marcas e veículos de mídia.

O objetivo inicial da apresentação oficial será mostrar como as marcas podem explorar a rede social para engajar os usuários em suas conversas e também como podem fazer publicidade. A representação comercial do Snapchat no Brasil será feita pela Internet Media Services, a IMS, que já representa na América Latina as plataformas comerciais da Apple, Twitter, Linkedin, Waze e Foursquare.

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