Notícias

Voltar

50ª Edição

É preciso estar preparado para viver no mundo digital

A saída do ar do WhatsApp nesta quarta-feira veio reforçar o contexto atual de enorme impacto e presença das mídias digitais em nossas vidas. Estudiosos e especialistas na rede referem-se ao nosso estágio de dependência e massivo uso da rede como pandemia digital.

As notícias da queda do aplicativo em muitos portais on-line davam o tom de “pânico” de muitos usuários com as dificuldades de acessar o dispositivo de mensagens instantâneas. Quantos milhares de negócios e usuários em vários países do mundo deixaram de anunciar seus produtos, promoções, lançamentos, avisos a clientes e outras informações essenciais trocadas pelo WhatsApp?

Os números mostram que a presença das redes sociais digitais só cresce em todo o mundo. Metade da população global está conectada na internet: 3,7 bilhões de pessoas. E o acesso via redes sociais só aumenta. Estão se tornando rotina as sucessivas mudanças que a revolução digital exerce no nosso dia a dia. O efeito é disruptivo em vários campos da economia, nos negócios e no nosso cotidiano.

No âmbito da comunicação, o efeito é avassalador. Google e Facebook já detêm 20% da publicidade global. Cresce também a tiragem de edições digitais da mídia impressa. Segundo a Associação Nacional de Jornais (ANJ), os jornais brasileiros consolidam crescimento em suas assinaturas digitais, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e Europa.

Maior presença significa maior efeito disruptivo. Fenômenos recentes como a pós-verdade e notícias falsas continuam a causar temor em todo o mundo. Para mostrar a intenção de que está de fato disposto a combater “fake news”, o Facebook contratou uma empresa iniciante de mídia em Berlim, a Corrective, para ajudar no combate à epidemia de notícias falsas na rede social. Afinal, o planeta está assustado com o poder que “forças destruidoras” podem exercer com a disseminação em massa de informações falsas.

No contexto atual de incertezas e imprevistos, é mais difícil traçar cenários e prever tendências.  É por isso que todos, líderes políticos, porta-vozes públicos e gestores privados devem buscar informações fidedignas e se capacitarem para esta fase de transição.  Em momentos de crise, desinformação e despreparo só tornam os custos mais altos.

[+] Whatsapp sai do ar no mundo

[+] Google e Facebook tem 20% da publicidade global

[+] Notícia falsa põe Facebook em cheque

[+] Jornais brasileiros crescem em assinaturas digitais

Twitter oculta publicações de “conteúdo sensível”

Há dois meses, novas mudanças entraram em vigor no Twitter. A principal delas é o ocultamento de tweets potencialmente sensíveis, com conteúdo considerado abusivo, inapropriado ou ofensivo, de acordo com critérios da plataforma. Os tweets são ocultados na timeline do usuário com um aviso que eles possuem conteúdo duvidoso e que, para acessá-los, é necessária uma configuração nas políticas de segurança da conta.

Como não há a relação sobre os critérios de classificação utilizados, como é possível aferir se o julgamento do conteúdo foi correto? Censurar significa controle da exibição pública de um material por meio de um julgamento moral ou político. Com a rapidez de leitura na plataforma de 140 caracteres, o ocultamento supostamente incorreto de um tweet pode diminuir drasticamente seu alcance e a liberdade de expressão incutida nele.

O Twitter afirma que a intenção não é de censura, mas de segurança para seus usuários. As políticas de uso dão direito à plataforma de retirar materiais de cunho ofensivo, como nudez e violência, mas os critérios utilizados para identificar tal conteúdo sensível não ficaram claros. A empresa alega que os objetivos dessa medida são manter as conversas relevantes sempre em evidência, contendo o ódio nas redes para incentivar a retenção da base de usuários da mídia social.

Além disso, a empresa está criando mecanismos para impedir a criação de novas contas abusivas e a fim de identificar pessoas que já tenham sido suspensas e vetar a criação de novos perfis por elas. Ultimamente, as mídias sociais estão sendo levadas a fazer um filtro de credibilidade no seu conteúdo e a se comportarem mais como um veículo de mídia e informação do que uma rede social de relacionamentos, seguindo seus critérios de difusão de conteúdo. Mesmo que o gigante Facebook ainda resista a admitir esse fato.

[+] Leia mais aqui

[+] E aqui também

Estudo mostra importância da análise de big data

A análise de big data é fundamental para o planejamento das estratégias gerais das organizações latino-americanas. Esta foi a conclusão do estudo Latin American Communicator Monitor (LCM), promovido pela European Public Relations Education and Research Association e colaboradores.
A pesquisa alcançou cerca de cem mil pessoas em 17 países. Entre os principais eixos do trabalho estão a análise do uso de big data na comunicação estratégica, na automação da área de RP e na gestão da comunicação, nas novas formas de distribuição de conteúdo por influenciadores e na geração do engajamento e em suas habilidades.

[+] Saiba mais aqui

Facebook permite reações em comentários de outros usuários

Da mesma forma como você pode comentar posts no Facebook, agora também os usuários podem reagir em comentários de outros usuários da rede social. A novidade, anunciada esta semana, por enquanto aparece na versão para desktop do aplicativo. Alguns usuários disseram conseguir na versão IOS também.
Segundo o próprio Facebook, a inovação é porque as pessoas querem mais formas de mostrar reações em comentários.

[+] Entenda mais aqui

 

Twitter Telefone Facebook E-mail