Notícias

Voltar

72ª Edição

Obama dá aula de oratória e cativa platéia durante evento em São Paulo

A recente passagem do ex-presidente Barack Obama para participar de evento em São Paulo foi uma oportunidade para confirmar o status de pop star e o carisma que cercam o político. É comum ele impressionar plateias de CEOs experientes com seu magnetismo e talento nato.

Obama não só é um orador brilhante como é um exemplo-vivo de boas práticas de comunicação. Durante seus dois mandatos na Casa Branca, foi protagonista de muitos textos sobre a boa oratória, citado como exemplo de conduta de personalidades públicas e como sinônimo de inovação constante.

Ele sempre soube escolher estrategistas de primeira linha, mas sabe-se que se o porta-voz não é bom, marqueteiros não produzem milagres. Lembram do vídeo do Buzzfeed que viralizou mostrando que Obama, como qualquer ser comum, treina na frente do espelho? Sim, o líder do “Yes, we can”, treina e pratica bastante. Sempre esteve atento aos pequenos detalhes que fazem a diferença. No Brasil, os exemplos foram muitos. Agradeceu a escolta em SP e tirou foto com policiais militares. Perguntado sobre conquistas e arrependimentos de seus dois mandatos à frente dos Estados Unidos, brincou:

- Bom, eu me arrependo de nunca ter tingido os cabelos antes. Acho que agora é tarde para isso.

Momentos antes, com total desenvoltura, não esquecera de abordar muitos assuntos espinhosos da atualidade.

[+] Leia mais aqui

[+]  ”Things Everyone Does But Doesn’t Talk About.”

 

 

 

Novo slogan nas campanhas eleitorais: “É o Facebook, estúpido!”

Quase um ano depois das eleições que elegeram Donald Trump presidente dos Estados Unidos, o papel das redes sociais nas campanhas eleitorais e da publicidade segmentada via internet está sendo cada vez mais questionado. A polêmica cresceu nesta semana com a confirmação feita pelo guru digital de Donald Trump, Brad Parscale, de que as gigantes digitais Facebook, Twitter e Google se envolveram na campanha, com direito a apoio de funcionários das empresas na equipe.

“Logo entendi que o Trump ganharia através do Facebook. O Twitter era o meio para falar com as pessoas. O Facebook era a forma de ganhar. O Facebook era o método, a autoestrada pela qual dirigiríamos o carro”. Traduzindo as palavras do marqueteiro-digital vencedor da disputa à Casa Branca, “são as redes sociais, estúpido”, uma atualização da famosa frase feita em 1992 por James Carville, assessor da campanha de Bill Clinton: “É a economia, estúpido”. O slogan captava o espírito daquele tempo, como as metáforas de Parscale resumem a época de hoje, de massiva hegemonia das mídias digitais.

A controvérsia em torno da participação ativa em eleições das gigantes das novas mídias vai aumentar com o acréscimo da chamada “trama russa”, a suposta interferência de Moscou no pleito eleitoral norte-americano.

O debate vai se estender por muito tempo, na medida em que a atuação de empresas de tecnologia da comunicação desestabiliza o jogo e influencia pesadamente no resultado do pleito. Aqui no Brasil também a questão é central. O Congresso acabou de aprovar a minirreforma eleitoral, com a instituição do fundo público de financiamento de campanha.

A propaganda eleitoral nas eleições de 2018 será liberada na internet, sem “censura”. Temer vetou o ponto polêmico, incluído no texto pelos deputados, que obrigaria sites, aplicativos e redes sociais a suspender uma publicação, mesmo sem autorização judicial. E agora está permitido também o impulsionamento de conteúdo, o pagamento para que postagens em redes sociais como o Facebook alcancem um número de usuários maior. As críticas são que a norma gera desigualdade econômica por beneficiar exclusivamente algumas plataformas (Facebook), em prejuízo de outras como sites e blogs.

[+] Leia mais aqui

[+] E aqui também

 

 

Pais brasileiros acham que tecnologia faz bem aos filhos

Pesquisa promovida pela Viacom investigou como as crianças em idade pré-escolar estão sendo educadas e concluiu que crianças de 2 a 5 anos estão sendo preparadas pelos pais para um mundo incerto. O estudo “Little Big Kids”, realizado pela Viacom International Media Networks, apontou que 75% dos pais brasileiros acreditam que os pequenos devem aprender com as vivências e 68% responderam que uma lição importante é deixar que façam as coisas sozinhos.

A Viacom entrevistou 6.500 famílias – mães, pais, avós e irmãos – de pré-escolas em 12 países. A sondagem foi feita através de diários digitais, pesquisas on-line e vivências etnográficas.

[+] Saiba mais aqui

Twitter Telefone Facebook E-mail