Notícias

Voltar

86ª Edição

Aliado ameniza crítica no Twitter e diz que Temer é “ótimo presidente”  

Depois do puxão de orelhas de Temer, o chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, Arlon Viana, tratou de atenuar as críticas que havia feito ao próprio Michel Temer, a quem classificou no post como “um presidente razoável”. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi taxado de “bom economista” no tweet. Depois de ter levado bronca, o assessor tentou amenizar a repercussão negativa de suas opiniões na rede social, e alegou se tratar de “brincadeira”.

Amigo de Michel Temer há 18 anos, o chefe de gabinete da PR em São Paulo confirmou à coluna do Estadão ter recebido reclamações pelos posts polêmicos, apagou um comentário e trocou os adjetivos por “ótimo presidente” e “excelente economista”.

A repercussão negativa poderia ter sido evitada se o assessor não tivesse emitido opiniões críticas no perfil do Twitter. Um dos aprendizados em comunicação recomenda que “menos é mais”. Porta-vozes institucionais devem falar apenas o necessário e não emitir opiniões pessoais.

[+] Leia mais aqui

Redes sociais devem ser usadas sempre com estratégia

Porta-vozes experientes sabem, alguns depois de aprender com crises de imagem, que as redes sociais só devem ser usadas com estratégia de comunicação. Qualquer aventura diversa abre espaço para problemas e muito trabalho para minimizar o impacto na reputação.

Em fase de pré-campanha política, essa diretriz deveria ser seguida à risca por aspirantes a cargos eletivos, sejam novos ou experientes na política. Segundo nota na Coluna do Estadão de 16 de janeiro, essa tem sido a receita do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ele tem usado as redes sociais só para fotos da família. Para caçar cliques de eleitores, tem evitado falar da disputa eleitoral.

[+] Saiba mais aqui

Segovia trata como “pequeno erro” o encontro fora da agenda com Temer

O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, atribuiu a um “pequeno erro” de sua equipe o encontro fora da agenda oficial com o presidente Michel Temer, ocorrido na segunda-feira (15/01). A conversa ocorreu na semana em que Temer deveria responder às 50 perguntas da PF no inquérito em que é investigado.

Ao tentar minimizar o fato com o adjetivo “pequeno”, algo sem amplitude nem grandeza, insignificante, segundo o dicionário Houaiss, o diretor da PF abriu espaço para a mídia fazer exatamente o contrário e chamar a atenção para a sua fala. O adjetivo virou manchete no portal do Globo, que repercutiu entrevista concedida à jornalista Miriam Leitão na GloboNews.

Em comunicação, o uso em excesso de adjetivos por porta-vozes e autoridades públicas também é um erro e costuma provocar grandes dores de cabeça.

[+] Saiba mais aqui

 

Twitter Telefone Facebook E-mail